Para cada tipo de vinho, uma taça


Você pode até não saber (e muitos não sabem mesmo, então não se preocupe), mas escolher a taça certa para cada tipo de vinho é uma tarefa importante e, nem sempre, tão fácil. Nós sempre dizemos que isso não deve ser um impedimento para você tomar o seu vinho ou começar a entrar nesse universo tão amplo e gostoso, mas, de todo modo, reconhecemos a importância dos estudos e avanços das taças.

Assim como há uma enorme diversidade de vinhos no mundo, existe uma variedade significante de taças no mercado. A escolha para um vinho específico não é apenas uma questão de etiqueta ou convenção – se feita de maneira correta, ela irá realçar as principais características da bebida (e isso é fato consumado!) -. Cor, aroma, sabor: tudo isso se torna mais vivo, aguçando ainda mais os sentidos dos apreciadores da bebida dos deuses.

Mas a evolução das taças se deu de forma lenta até bem pouco tempo atrás, sem muitas mudanças no seu design, que obedecia apenas sua utilidade prática de beber.

As pessoas realmente não davam importância ao significado que a taça poderia ter na degustação do vinho. Somente no século 20, com os avanços tecnológicos e os estudos científicos na área, descobriu-se que, não somente o formato, como também o material com que cada taça é fabricada, influencia na percepção do vinho. Ainda assim, em alguns países da Europa, como França e Itália, os bistrôs e cantinas servem vinhos em taças simples, que mais se assemelham a um copo com uma haste curtinha. Especialmente os “vin de pay” ou os “vino di tavola” são servidos assim. Uma questão cultural, apenas.

Talvez você já saiba que os gostos específicos (doce, salgado, amargo, etc.) são sentidos por papilas gustativas de diferentes localizações no mapa da nossa língua. Assim, especialistas baseiam as confecções das taças de modo a fazer com que seu formato conduza o vinho ao lugar exato na boca onde suas características principais, como acidez, doçura e sabores, serão melhor apreciadas.

Para não alterar a temperatura ideal de serviço do vinho, por exemplo, é necessário que a taça tenha hastes longas, para que se possa segurá-la sem que haja o contato com o bojo. Falando nele, quanto mais aberto, mais realça os aromas. No caso dos espumantes, o formato longo favorece a visualização de suas bolhas e a apreciação de seus aromas que são levados às extremidades com a ajuda das borbulhas.

A famosa marca Riedel fabrica por volta de 400 tipos diferentes de taças, uma específica para cada tipo de vinho e uva da qual é produzido.

Existe uma taça “curinga” no mercado, feita com padrão internacional (ISO) para degustações técnicas, serve para apreciar todo tipo de vinho.

Não se pode perder de vista, contudo, que a experiência da degustação do vinho é particular, não sendo necessário que você tenha uma centena de taças diferentes para poder apreciar um bom vinho. É preciso, sim, entender que essas taças, se bem escolhidas, irão lhe conduzir a uma experiência gustativa mais sólida e prazerosa.

Dito isto, é possível possuir uma variedade pequena de taças em casa e ainda assim experimentar diversos tipos de vinhos. Especialistas aconselham que apreciadores devam ter no mínimo 4 tipos básicos para que não se tenha grandes prejuízos na degustação dos diferentes vinhos existentes no mercado: duas com modelos grandes para tipos diferentes de tintos (Bordeaux e Borgonha), uma taça com tamanho médio para brancos e uma estreita e alta para espumantes.

Os 4 tipos básicos de taças para você ter em casa

Os 4 tipos básicos de taças para você ter em casa

Para vinhos tintos

Bordeaux

Taça grande feita para beber vinhos mais encorpados e com taninos mais acentuados. Com bojo largo, alongado e boca fechada para concentrar os aromas, evitando sua dispersão. Indicada para apreciar vinhos das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras.

Borgonha

Taça arredondada, em formato balão, feita para vinhos concentrados e com menos taninos. Com bojo e boca largos, estimula a apreciação das qualidades mais arredondadas e maduras da bebida. Indicada para vinhos Pinot Noir, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo, entre outras.

Para vinhos brancos

Taça de corpo médio feita para consumir vinhos em baixa temperatura. Com aba estreita, distribui o vinho de forma uniforme em todas as partes da língua, enfatizando seu frescor, doçura e acidez de maneira equilibrada.

Para espumantes

Taça fina com bojo alto e boca estreita (flute). Mantém as borbulhas por mais tempo, realça e direciona os aromas para o nariz, potencializando sua delicadeza e frescor.

 

 

Fonte: https://www.clubedosvinhos.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Os surpreendentes benefícios das azeitonas para a saúde


Subestimada por alguns e desprezada por muitos, a azeitona leva uma fama ingrata. Taxada de “calórica” e “gordurosa”, ela é, muitas vezes, um dos alimentos que se orienta evitar na dieta. Mas isso tudo pode ser uma grande injustiça.

De fato, a azeitona é rica em gorduras, mas estas gorduras são “boas” – ou seja, são essenciais para nosso corpo.

Consumida na quantidade moderada, a azeitona faz bem para a saúde, com benefícios que vão desde vitaminas e minerais até o combate ao câncer. O site HealthLine enumerou alguns destes benefícios:

Vitaminas e minerais

Cerca de 80% da azeitona é água. Ela tem diversos minerais e vitaminas importantes: ela é rica em cálcio, sódio, vitamina E, ferro e cobre.

Gorduras “boas”

Sim, ela é “gordurosa”. Uma porção de 100 gramas de azeitonas tem cerca de 10 gramas de gordura. Mas a maior parte dessa gordura é o ácido oleico, que é um ácido graxo associado a vários benefícios para a saúde, como diminuição da inflamação, redução de doenças cardiovasculares e diminuição do risco de câncer.

Fibras

Cerca de 5% da azeitona é carboidrato. Mas a maior parte disso é fibra: 80% do total de carboidratos presentes na azeitona são fibras.

Fibras são importantes para o nosso intestino e ajudam a manter a saciedade.

Antioxidantes

Além de fibras, vitaminas e minerais, a azeitona é rica em antioxidantes, que ajudam a reduzir inflamações, combatem os radicais livres e combatem o câncer.

Coração

Por ter gorduras “boas”, a azeitona pode reduzir o risco de pressão alta e outros fatores ligados às doenças cardiovasculares.

Saúde dos ossos

Osteoporose é caracterizada pela diminuição da massa óssea e qualidade dos ossos. E isso pode acarretar em fraturas e acidentes.

Mas, surpreendentemente, os níveis de osteoporose são bem mais baixos nos países do Mediterrâneo, como Espanha, Itália e Portugal. Além de uma dieta rica em vegetais e peixes, outros alimentos auxiliam nesta estatística: o azeite de oliva e seu componente principal, a azeitona.

Componentes presentes tanto no azeite quanto na azeitona parecem combater a perda de massa óssea. Foi o que indicaram alguns estudos sobre a azeitona.

É bom saber…

Apesar de ser uma ótima fonte de nutrientes e gorduras essenciais para o corpo, o consumo de azeitona deve ser moderado, uma vez que a fruta é rica em sódio (principalmente pela conserva) e calórica.

Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Qual melhor vinho para beber no inverno?


Qual o melhor vinho branco para beber no inverno?

Engana-se quem pensa que vinho branco é coisa para o verão. Se é dos brancos que gosta, saiba quais uvas e países procurar para se esquentar neste inverno!

Mais delicados e frescos, vinhos brancos são indicados para se servir abaixo da temperatura ambiente (de 8 ºC a 14 ºC, dependendo do corpo e intensidade), e é notável como se tornam mais agradáveis à medida que chegam a essa temperatura. Acontece que, justamente por esse fato, a maioria dos apreciadores de vinho acabam por deixar os brancos de lado conforme o avançar do inverno.

Porém, não precisa ser assim.

Agora, é a vez dos brancos no inverno! E para nossa sorte, existe uma infinita variedade de uvas e terroirs, e certamente existe um branco capaz de esquentar até as noites mais frias.

Chardonnay

Diz-se da Chardonnay que é a casta com menos tipicidade, e uma das que mais adquirem as características do terroir, do processo de vinificação e do estágio em carvalho. É fato que cada canto do mundo produz um completamente diferente do outro, porém, se existe uma casta indicada para o inverno, é ela.

Califórnia

A Chardonnay é a branca mais popular do estado norte-americano (praticamente toda vinícola tem ao menos um rótulo feito com a uva). Quanto mais fria a região, melhores os resultados obtidos nos vinhos, mas uma coisa é unânime: a marca registrada dos californianos é a passagem por carvalho. São vinhos que prezam pelas frutas tropicais, sobretudo abacaxis maduros, notas de tostado e baunilha, além de bom corpo – alguns extrapolam o amanteigado e se parecem mesmo com um denso e espesso xarope.

Argentina

Assim como na Califórnia, é também a branca mais comum em todo território Argentino, e a mais exportada também. A maioria deles é simples e chega ao Brasil com preços amigáveis. São extremamente parecidos com os Chardonnays da Califórnia – carregados de frutas e de marcas da barrica -, e até se fala que tentam imitá-los. Se é verdade ou não, o que importa aqui é que são igualmente indicados para os dias mais frios do ano. Quanto mais quente a região, mais álcool terá, o que significa que os mendocinos, além de encorpadinhos, aquecem a boca com alto grau alcoólico.

Borgonha

Uma das únicas duas brancas autorizadas na Borgonha, ao lado da Aligoté, é a nossa francesa escolhida para o inverno. Desde os mais simples, de Pouilly-Fussé, passando por Chablis, até as melhores denominações para a casta (Chassagne-Montrachet, Puligny-Montrachet e Meursault). Os barris de carvalho estão lá, mas não transferem sabores ao vinho, dão estrutura e microoxigenam a bebida de modo que desenvolva sua complexidade de forma mais natural. Com menos presença de frutas, são marcados pelo caráter mineral e acidez alta, sem falar que são encorpadinhos. Ah, e não precisa nem resfriar tanto como os outros brancos, podem ser servidos a 14 ºC.

Chenin Blanc

África do Sul, Argentina, Estados Unidos, França ou Nova Zelândia? A Chenin está dando o que falar nestes países. Seus aromas e sabores de frutas brancas – principalmente maçã e pera -, marmelo, nozes, mel e cevada são a combinação ideal para dias frios. É gordinha, o que garante vários pontos na hora de harmonizações de inverno (pensou em fondue?).

Loire

Tranquilos ou espumantes, secos ou doces. A Chenin Blanc fez jus ao seu berço – o Vale do Loire -, e por lá se dá bem até hoje. É a principal branca da região, onde também é conhecida como Pineau de la Loire, e as melhores denominações são Savennières (dizem vir de lá os melhores Chenin Blancs do mundo) e Vouvray (com clima mais fresco do Loire). Intensos em aromas e sabores, são conhecidos pela intensidade de sabores e aromas e pelo bom corpo. São minerais, tem boa acidez e conseguem envelhecer por décadas.

Semillón

Dá até para se esquentar envolto em lençóis de algodão ao beber um Semillón… Não entendeu? Quando jovens, os vinhos da casta podem ter aromas justamente de lençol de algodão. Uma das brancas mais cultivadas em Bordeaux, onde é normalmente usada em cortes com Sauvignon Blanc, também se beneficia do clima da Austrália e Califórnia. E tem mais, é suscetível à podridão nobre (é de Sauternes que estamos falando!).

África do Sul

Com acidez relativamente baixa, os sul-africanos feitos a partir de Semillón não trazem o frescor dos outros brancos. E isso é algo que só os deixam ainda mais perto dos dias frios quando somado ao fato de serem encorpados. Quando secos, têm delicados aromas citrinos e notas de mel (o que só aumenta com o passar dos anos, afinal, é de um vinho de pelo menos cinco anos de guarda que estamos falando!).

Fortificados

O processo de fortificar um vinho implica diretamente em aumentar o teor alcoólico dele (normalmente com destilado de uva). Podem ser servidos a baixas temperaturas mesmo, pois, neste caso, é o álcool presente neles que vai esquentá-lo neste inverno.

Vinho do Porto

Mais conhecido pelas versões tintas, os vinhos do Porto também fazem brancos de destaque. Feitos principalmente com as uvas Códego, Gouveio, Malvasia Fina, Rabigato e Viosinho, são normalmente usados para se fazer drinks com limão ou até mesmo refrigerante, porém os melhores, envelhecidos em carvalho, têm notas de castanhas, além de tudo o que precisa para se aquecer com estilo!

Jerez

Com versões que variam de secas a adocicadas, o Jerez Oloroso é o mais indicado para o inverno. Com complexidade ímpar, o fortificado espanhol tem grau alcoólico entre 16 e 17%, e, apostamos, vai deixar qualquer dia frio mais alegre. Da cor âmbar, exalam perfume de nozes e outras castanhas. Além disso, são encorpados e podem (ou não) ter toques adocicados.

Fonte: https://blog.sonoma.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Conheça a história da feijoada


A história da feijoada

Um símbolo da cultura gastronômica brasileira, ícone brasileiro para estrangeiros, essa simples receita se tornou uma verdadeira instituição comestível. A Feijoada, nome dado ao mais famoso prato brasileiro.

Sua origem todo mundo já conhece, ou pelo menos acredita conhecer. Reza a lenda que no século XVIII, período em que negros eram escravizados no Brasil,os senhores do engenho davam os restos de carnes de porco junto a feijão preto aos seus escravos, com isso eles misturavam os ingredientes criando um guisado de feijão preto com carne de porco.

Será que essa lenda é verdade? Mais fundo ainda, será que a feijoada é realmente brasileira?

Se quisermos aperfeiçoar o sentido histórico da Feijoada precisamos entender um de seus principais ingredientes, o feijão. Está enganado quem acredita que feijão é coisa de brasileiro. O consumo desse alimento vem de tempos muito anteriores ao descobrimento do Brasil.

O feijão já era um alimento largamente consumido pelo velho mundo, porém de outras espécies como o feijão branco( logo um dos pratos mais tradicionais franceses é o “Cassoulet”, guisado de feijão branco com carne de ganso). Também eram consumidas outras leguminosas parentes do feijão como o grão-de-bico e a lentilha.

Foi só com a descoberta das Américas, que foi conhecido o feijão preto,  cujo grão era chamado de Comaná ou Cumaná (nome dado pelos guaranis, o feijão preto era um alimento comum entre as Américas Central e do Sul). Porém o nome pelo qual o chamamos, feijão,  é português, escrito pela primeira vez no século XIII, ou seja, trezentos anos antes do descobrimento do Brasil.

Visto isso, podemos afirmar que o consumo de feijão, não foi praticado primeiramente por nós brasileiros.

Um outro mito que é preciso desmentir é que eram dados “restos” de carne aos escravos. Sem muito a pensar podemos inferir que isso não é uma verdade, já que adquirir um escravo era caro e  o trabalho exercido por eles era árduo, com isso eles não poderiam ter uma alimentação escassa, já que não aguentariam a alta carga de trabalho, o que aquerrataria prejuízos aos seus donos.

Um outro fator a ser considerado é que no períodos escravagista toda a alimentação no Brasil era escassa, tanto para os escravos quanto para seus senhores, sendo assim a alimentação de ambos era quase que semelhante,  tendo como base a mandioca e o milho.

Quanto as carnes, até hoje não há nenhuma referência histórica apontando que as carnes utilizadas para feijoada eram desprezadas e oferecidas aos escravos. Muito pelo contrário, eram consideradas iguarias, existe um recibo conservado até hoje, datado de 30 de abril de 1889, em um açougue na cidade de Petrópolis, no qual se vê que os senhores consumiam carne verde, vitela, carneiro, porco, lingüiça, fígado, rins, língua entre outros, compravando que não eram “restos”.

 

Vendo tudo isso, da onde surgiu nossa amada feijoada?!

Ao que parece esse prato já era consumido a muito mais tempo do que imaginamos (não como conhecemos hoje é claro), há registros históricos que desde o Império Romano se preparava  uma mistura de feijão com vários tipos de carne, com os ingredientes variando de uma região para a outra.  Mas foi somente no Brasil que veio a se utilizar o feijão preto, já que o ingrediente foi “descoberto” nas Américas, como afirmado acima.

Vendo esse fato, fica difícil afirmar qual a origem da feijoada. O que se sabe de concreto é que as referências antigas não tem qualquer referência aos escravos, mas sim de restaurantes frequentados pela elite escravocrata.

Agora a feijoada como a conhecemos hoje,  acompanhada de arroz, couve, farofa e torresmo tem origem num antigo restaurante frequentado pela elite carioca, o G. Lobo. O estabelecimento foi encerrado na década de 1940 mas suas heranças permanecem até hoje, tendo eternizado nosso prato mais querido.

Sendo brasileiro ou não, uma coisa é certa, somos nós que difundimos essa inexorável receita. A Feijoada.

 

Fonte: http://restauranteoberro.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Conheça a história de geleia


A geleia é um doce feito de frutas inteiras, em pedaços ou somente com a polpa. Além de apresentar uma aparência semitransparente, ela também possui consistência bem gelatinosa, por causa da pectina contida nas frutas.

Algumas frutas possuem uma concentração maior de pectina. Outras possuem em menor quantidade. Mas isso não impede a fabricação de geleia, pois é possível comprar pectina em lojas especializadas.

A forma tradicional de preparar a geleia é por meio do cozimento das frutas, junto com açúcar e água. Em seguida, deve-se coar a mistura, para que ela fique transparente depois que esfriar.

Em Portugal, a geleia tradicional é com os caroços e com as cascas do marmelo, após a polpa ter sido usado para preparar a marmelada.

São também chamadas de gelatina ou de geleia os doces feitos à base de açúcar ou de adoçante, de gelatina ou da pectina, aromatizante e corantes. Um doce chamado “chimia”, comum no sul do Brasil, que é bem parecido com geleia, é feito usando-se o bagaço das frutas e, às vezes, usa-se a casca da fruta também.

Origem da Geleia

Desde os tempos antigos, sempre houve a preocupação com a forma de conservar os alimentos. A maneira de fazer geleia representa um importante acontecimento, uma vez que ela foi criada com o objetivo de preservar as frutas.

O tempo de duração das geleias é de, aproximadamente, duas semanas. Desde sejam armazenadas na geladeira, e em potes de vidro hermeticamente fechados.

Especula-se que as conservas feitas com frutas, como geleias, compotas, doces em barras e frutas cristalizadas, são de origem árabe. Em especial aos mesopotâmicos, que usavam principalmente para fins medicinais, uma vez que as frutas ajudam no tratamento de várias doenças. No entanto, a origem exata da geleia ainda é incerta.

Sabe-se que, tanto o açúcar quanto essas iguarias, são usados como base para a produção de importantes medicamentos da farmacopeia árabe, bem como da medicina medieval da Europa.

Há uma outra versão sobre a origem da geleia, que seria creditada a Leonardo Da Vinci. O que levou a essa possibilidade foi o fato de ele ter mencionado no seu livro de receita, intitulado “Notas de receitas de Leonardo Da Vinci”, o passo a passo para o preparo de “geleia de marmelada de couve”.

Na verdade, é nesse documento que se encontra o primeiro texto contendo uma receita bem parecida com uma compota. A receita seria da cozinheira de Leonardo. Dizem que ele teria afirmado que jamais provaria aquela iguaria. Mas que era uma receita ideal para servir de acompanhamento para carnes.

Para outros ainda, a geleia teria sido criada por Nostradamus. O fato é que, até os dias de hoje, ninguém sabe exatamente qual a verdadeira origem da geleia.

De acordo com histórias, no ano de 1790, algumas mulheres, no sul da França, encontravam-se cozinhando maçãs. No entanto, elas tiveram que parar o trabalho para se protegerem de uma tempestade que se formava.

No dia seguinte, quando voltaram para o trabalho, elas perceberam que o cozido de maçã apresentava uma espécie de gel. Esse “novo” produto foi aprovado e as cozinheiras passaram a usá-lo no preparo de doces. Elas perceberam que os produtos passaram a durar muito mais.

Após esse acontecimento, a indústria de doces e geleias sofreu uma enorme mudança. Sabores naturais desses produtos passaram a ser produzidos, e com uma validade bem maior.

Durante a Idade Média, o nome de “compota” era usado para todo tipo de confeitaria feita a partir dos alimentos cozidos no mel ou no açúcar.

A introdução do açúcar na cozinha e na farmacopeia é creditada aos árabes. Quanto à arte de confeitar frutas e conservar, esta foi introduzida pelos cruzados, na Europa. Durante séculos, a forma de preparo dessas iguarias não sofreu nenhuma mudança. Se manteve rápida e simples.

Existem, basicamente, duas maneiras de fazer as geleias: uma é com os pedaços das frutas. E a outra é usando a polpa da fruta batida e passada em uma peneira. Isso ajuda a deixá-la mais transparente.

Há uma infinidade de sabores de geleia. Hoje em dia, é possível produzir geleias com todo tipo de fruta, até mesmo com aquelas que não possuem uma alta concentração de pectina, pois é possível comprá-la em lojas específicas, como aquelas que vendem doces e artigos para festas, por exemplo.

O Avanço dos Utensílios e das Compotas

Entre os séculos 17 e 18, já haviam sido bem disseminados os benefícios medicinais de compotas de frutas. Da mesma forma que o uso do açúcar em alimentos, e a arte de fazer doces, também já era de conhecimento de toda a população.

Os utensílios usados na cozinha também passaram por mudanças entre os séculos 15 e 18. A cozinha do confeiteiro do século 18 era muito bem equipada. Ela possuía, além do forno e do fogão, alfinetes que eram usados para verificar o status do cozimento das frutas. Havia também tachos, balanças, panelas, raladores, peneiras, tabuleiros (ou palanganas, como também eram chamados), facas, vasilhas feitas de barro e de metal e escumadeiras. Tudo isso era usado para produzir as conservas e a geleias.

A cozinha de Leonardo Da Vinci, apesar de ser uma cozinha pertencente à nobreza, era mais simples. E não possuía tantos utensílios. Talvez, tenha surgido aí o seu interesse em criar os seus próprios utensílios, que ele registrou em suas anotações, e que seriam usados para picar, limpar, cortar, moer e descascar alimentos. Devido a esse registro, a invenção do garfo de três dentes foi até atribuída à Leonardo Da Vinci.

Hoje em dia, embora não sejam usados muitos utensílios na produção de geleias, eles continuam sendo muito importantes. Os principais são: panela de paredes e fundo grossos, colher de metal e potes de vidro com tampa. Esses são, basicamente, os três principais utensílios usados para fazer geleia.

A quantidade de sabores de geleias existentes hoje em dia é muito grande. Com o passar do tempo, a ideia de combinar frutas se tornou tão comum, que sabores mais exóticos passaram a ser produzidos também, como geleia com pimenta e cachaça, por exemplo.

 

Fonte: https://www.clubedageleia.com

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

História do Queijo


A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n’ água e adicionados ao leite.

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado.

Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo.

Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene.

Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou queijo colocado na forma.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Qual o melhor vinho para festas de casamento?


Há tantos detalhes envolvidos na organização de um casamento, que o vinho não pode ser “qualquer um”

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Conheça a importância do vinho em crenças religiosas


Você já deve ter ouvido várias vezes alguém associar o vinho com algo divino não é mesmo?

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Cinco benefícios em dormir e descansar em redes de descanso


Muitas pessoas não sabem quais os benefícios que de fato as redes de dormir podem trazer para a vida e também ao corpo. E dessa forma, evitam a usufruir da mesma de forma correta.

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,