Conheça a história da feijoada


A história da feijoada

Um símbolo da cultura gastronômica brasileira, ícone brasileiro para estrangeiros, essa simples receita se tornou uma verdadeira instituição comestível. A Feijoada, nome dado ao mais famoso prato brasileiro.

Sua origem todo mundo já conhece, ou pelo menos acredita conhecer. Reza a lenda que no século XVIII, período em que negros eram escravizados no Brasil,os senhores do engenho davam os restos de carnes de porco junto a feijão preto aos seus escravos, com isso eles misturavam os ingredientes criando um guisado de feijão preto com carne de porco.

Será que essa lenda é verdade? Mais fundo ainda, será que a feijoada é realmente brasileira?

Se quisermos aperfeiçoar o sentido histórico da Feijoada precisamos entender um de seus principais ingredientes, o feijão. Está enganado quem acredita que feijão é coisa de brasileiro. O consumo desse alimento vem de tempos muito anteriores ao descobrimento do Brasil.

O feijão já era um alimento largamente consumido pelo velho mundo, porém de outras espécies como o feijão branco( logo um dos pratos mais tradicionais franceses é o “Cassoulet”, guisado de feijão branco com carne de ganso). Também eram consumidas outras leguminosas parentes do feijão como o grão-de-bico e a lentilha.

Foi só com a descoberta das Américas, que foi conhecido o feijão preto,  cujo grão era chamado de Comaná ou Cumaná (nome dado pelos guaranis, o feijão preto era um alimento comum entre as Américas Central e do Sul). Porém o nome pelo qual o chamamos, feijão,  é português, escrito pela primeira vez no século XIII, ou seja, trezentos anos antes do descobrimento do Brasil.

Visto isso, podemos afirmar que o consumo de feijão, não foi praticado primeiramente por nós brasileiros.

Um outro mito que é preciso desmentir é que eram dados “restos” de carne aos escravos. Sem muito a pensar podemos inferir que isso não é uma verdade, já que adquirir um escravo era caro e  o trabalho exercido por eles era árduo, com isso eles não poderiam ter uma alimentação escassa, já que não aguentariam a alta carga de trabalho, o que aquerrataria prejuízos aos seus donos.

Um outro fator a ser considerado é que no períodos escravagista toda a alimentação no Brasil era escassa, tanto para os escravos quanto para seus senhores, sendo assim a alimentação de ambos era quase que semelhante,  tendo como base a mandioca e o milho.

Quanto as carnes, até hoje não há nenhuma referência histórica apontando que as carnes utilizadas para feijoada eram desprezadas e oferecidas aos escravos. Muito pelo contrário, eram consideradas iguarias, existe um recibo conservado até hoje, datado de 30 de abril de 1889, em um açougue na cidade de Petrópolis, no qual se vê que os senhores consumiam carne verde, vitela, carneiro, porco, lingüiça, fígado, rins, língua entre outros, compravando que não eram “restos”.

 

Vendo tudo isso, da onde surgiu nossa amada feijoada?!

Ao que parece esse prato já era consumido a muito mais tempo do que imaginamos (não como conhecemos hoje é claro), há registros históricos que desde o Império Romano se preparava  uma mistura de feijão com vários tipos de carne, com os ingredientes variando de uma região para a outra.  Mas foi somente no Brasil que veio a se utilizar o feijão preto, já que o ingrediente foi “descoberto” nas Américas, como afirmado acima.

Vendo esse fato, fica difícil afirmar qual a origem da feijoada. O que se sabe de concreto é que as referências antigas não tem qualquer referência aos escravos, mas sim de restaurantes frequentados pela elite escravocrata.

Agora a feijoada como a conhecemos hoje,  acompanhada de arroz, couve, farofa e torresmo tem origem num antigo restaurante frequentado pela elite carioca, o G. Lobo. O estabelecimento foi encerrado na década de 1940 mas suas heranças permanecem até hoje, tendo eternizado nosso prato mais querido.

Sendo brasileiro ou não, uma coisa é certa, somos nós que difundimos essa inexorável receita. A Feijoada.

 

Fonte: http://restauranteoberro.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Conheça a história de geleia


A geleia é um doce feito de frutas inteiras, em pedaços ou somente com a polpa. Além de apresentar uma aparência semitransparente, ela também possui consistência bem gelatinosa, por causa da pectina contida nas frutas.

Algumas frutas possuem uma concentração maior de pectina. Outras possuem em menor quantidade. Mas isso não impede a fabricação de geleia, pois é possível comprar pectina em lojas especializadas.

A forma tradicional de preparar a geleia é por meio do cozimento das frutas, junto com açúcar e água. Em seguida, deve-se coar a mistura, para que ela fique transparente depois que esfriar.

Em Portugal, a geleia tradicional é com os caroços e com as cascas do marmelo, após a polpa ter sido usado para preparar a marmelada.

São também chamadas de gelatina ou de geleia os doces feitos à base de açúcar ou de adoçante, de gelatina ou da pectina, aromatizante e corantes. Um doce chamado “chimia”, comum no sul do Brasil, que é bem parecido com geleia, é feito usando-se o bagaço das frutas e, às vezes, usa-se a casca da fruta também.

Origem da Geleia

Desde os tempos antigos, sempre houve a preocupação com a forma de conservar os alimentos. A maneira de fazer geleia representa um importante acontecimento, uma vez que ela foi criada com o objetivo de preservar as frutas.

O tempo de duração das geleias é de, aproximadamente, duas semanas. Desde sejam armazenadas na geladeira, e em potes de vidro hermeticamente fechados.

Especula-se que as conservas feitas com frutas, como geleias, compotas, doces em barras e frutas cristalizadas, são de origem árabe. Em especial aos mesopotâmicos, que usavam principalmente para fins medicinais, uma vez que as frutas ajudam no tratamento de várias doenças. No entanto, a origem exata da geleia ainda é incerta.

Sabe-se que, tanto o açúcar quanto essas iguarias, são usados como base para a produção de importantes medicamentos da farmacopeia árabe, bem como da medicina medieval da Europa.

Há uma outra versão sobre a origem da geleia, que seria creditada a Leonardo Da Vinci. O que levou a essa possibilidade foi o fato de ele ter mencionado no seu livro de receita, intitulado “Notas de receitas de Leonardo Da Vinci”, o passo a passo para o preparo de “geleia de marmelada de couve”.

Na verdade, é nesse documento que se encontra o primeiro texto contendo uma receita bem parecida com uma compota. A receita seria da cozinheira de Leonardo. Dizem que ele teria afirmado que jamais provaria aquela iguaria. Mas que era uma receita ideal para servir de acompanhamento para carnes.

Para outros ainda, a geleia teria sido criada por Nostradamus. O fato é que, até os dias de hoje, ninguém sabe exatamente qual a verdadeira origem da geleia.

De acordo com histórias, no ano de 1790, algumas mulheres, no sul da França, encontravam-se cozinhando maçãs. No entanto, elas tiveram que parar o trabalho para se protegerem de uma tempestade que se formava.

No dia seguinte, quando voltaram para o trabalho, elas perceberam que o cozido de maçã apresentava uma espécie de gel. Esse “novo” produto foi aprovado e as cozinheiras passaram a usá-lo no preparo de doces. Elas perceberam que os produtos passaram a durar muito mais.

Após esse acontecimento, a indústria de doces e geleias sofreu uma enorme mudança. Sabores naturais desses produtos passaram a ser produzidos, e com uma validade bem maior.

Durante a Idade Média, o nome de “compota” era usado para todo tipo de confeitaria feita a partir dos alimentos cozidos no mel ou no açúcar.

A introdução do açúcar na cozinha e na farmacopeia é creditada aos árabes. Quanto à arte de confeitar frutas e conservar, esta foi introduzida pelos cruzados, na Europa. Durante séculos, a forma de preparo dessas iguarias não sofreu nenhuma mudança. Se manteve rápida e simples.

Existem, basicamente, duas maneiras de fazer as geleias: uma é com os pedaços das frutas. E a outra é usando a polpa da fruta batida e passada em uma peneira. Isso ajuda a deixá-la mais transparente.

Há uma infinidade de sabores de geleia. Hoje em dia, é possível produzir geleias com todo tipo de fruta, até mesmo com aquelas que não possuem uma alta concentração de pectina, pois é possível comprá-la em lojas específicas, como aquelas que vendem doces e artigos para festas, por exemplo.

O Avanço dos Utensílios e das Compotas

Entre os séculos 17 e 18, já haviam sido bem disseminados os benefícios medicinais de compotas de frutas. Da mesma forma que o uso do açúcar em alimentos, e a arte de fazer doces, também já era de conhecimento de toda a população.

Os utensílios usados na cozinha também passaram por mudanças entre os séculos 15 e 18. A cozinha do confeiteiro do século 18 era muito bem equipada. Ela possuía, além do forno e do fogão, alfinetes que eram usados para verificar o status do cozimento das frutas. Havia também tachos, balanças, panelas, raladores, peneiras, tabuleiros (ou palanganas, como também eram chamados), facas, vasilhas feitas de barro e de metal e escumadeiras. Tudo isso era usado para produzir as conservas e a geleias.

A cozinha de Leonardo Da Vinci, apesar de ser uma cozinha pertencente à nobreza, era mais simples. E não possuía tantos utensílios. Talvez, tenha surgido aí o seu interesse em criar os seus próprios utensílios, que ele registrou em suas anotações, e que seriam usados para picar, limpar, cortar, moer e descascar alimentos. Devido a esse registro, a invenção do garfo de três dentes foi até atribuída à Leonardo Da Vinci.

Hoje em dia, embora não sejam usados muitos utensílios na produção de geleias, eles continuam sendo muito importantes. Os principais são: panela de paredes e fundo grossos, colher de metal e potes de vidro com tampa. Esses são, basicamente, os três principais utensílios usados para fazer geleia.

A quantidade de sabores de geleias existentes hoje em dia é muito grande. Com o passar do tempo, a ideia de combinar frutas se tornou tão comum, que sabores mais exóticos passaram a ser produzidos também, como geleia com pimenta e cachaça, por exemplo.

 

Fonte: https://www.clubedageleia.com

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

História do Queijo


A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n’ água e adicionados ao leite.

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado.

Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo.

Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene.

Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou queijo colocado na forma.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Qual o melhor vinho para festas de casamento?


Há tantos detalhes envolvidos na organização de um casamento, que o vinho não pode ser “qualquer um”

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Conheça a importância do vinho em crenças religiosas


Você já deve ter ouvido várias vezes alguém associar o vinho com algo divino não é mesmo?

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Cinco benefícios em dormir e descansar em redes de descanso


Muitas pessoas não sabem quais os benefícios que de fato as redes de dormir podem trazer para a vida e também ao corpo. E dessa forma, evitam a usufruir da mesma de forma correta.

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Milho é bom demais! Veja 6 benefícios desse poderoso cereal para a sua saúde


Milho é um maravilhoso alimento, tão presente na nossa culinária brasileira. Além de saboroso, pode trazer excelentes benefícios para o nosso corpo.

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Benefícios de respirar ar puro


Para quem se preocupa com a saúde, respirar ao puro é basicamente um remédio natural.

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Por que comer traz uma sensação de prazer e felicidade?


Você já ouviu falar que “Comer é um dos prazeres da Vida”?

Read more…

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,