Caminho do Vinho passa a atender turistas aos sábados

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Cuca alemã – uma tradição germânica

Quem fala em culinária alemã logo vai citar pratos como joelho de porco (Eisbein), marreco recheado (Gefüllte Ente) ou chucrute (Sauerkraut). Mas é claro que não pode faltar a cuca alemã!  A cuca alemã é  uma massa doce, praticamente um bolo-pão que se tornou famosa no Brasil é ótimo para inicinates da cozinha.

A cuca alemã degustada no Brasil é o “Blechkuchen” degustado na Alemanha, os tradutores automáticos em geral direcionam para “Kuchen“, mas na Alemanha refere-se a bolo ou torta.

Blechkuchen” que é um bolo raso feito geralmente em uma assadeira de alumínio que tem duas ou três camadas (a nossa tradicional cuca):

  • 1ª camada: mistura doce de farinha
  • 2ª camada: alguma fruta ou geléia
  • 3ª camada: uma farofa crocante

Não existe nenhuma receita básica para a cuca alemã mas uma coisa é certa: todas as misturas levam: farinha de trigo, manteiga, açúcar, ovo e fermento.

Importante dizer que antigamente a cuca alemã era um prato raro que só era servido em ocasiões como Natal, Páscoa, dias nacionais, etc. Porque a máteria prima principal, a farinha, era cara. Só mais tarde a cuca alemã se tornou popular em toda Alemanha e sempre foi servida com as frutas da sua estação como damasco, ameixa, pêras, maçãs, cerejas, etc. A receita pode ser enrriquecida com  ingredientes mais finos como creme de leite, queijo fresco (cream cheese) e/ou queijo quark, por exemplo.

Com os imigrantes alemães esta sobremesa típica foi reconhecida no mundo inteiro. os fatores que alavancaram seu sucesso foram a praticidade do preparo e o custo dos ingredientes e que oferece um sabor netro podendo combinar com qualquer fruta ou geléia da região.

Fonte: heikograbolle.wordpress.com

Para todos: confira 5 dicas para começar a apreciar vinhos e espumantes

Você até gostaria de acompanhar seus amigos na hora de beber os vinhos que eles amam, mas desiste por que não sabe degustar, não identifica aqueles aromas todos e, ao final, fica no chope por que não entende nada da bebida mesmo? Saiba que vinho não tem nada a ver com ostentação, elitismo ou exibicionismo. E que todo mundo – todo mundo mesmo – pode aprender a beber e apreciar uma das bebidas mais antigas e emblemáticas criadas pelo homem.

Os rituais em torno da degustação são os grandes responsáveis pela aura de elitismo que se criou em torno da bebida. O preço, que acredita-se ser mais alto do que de outros produtos, como a cerveja, também afastou muita gente ao longo dos anos. No entanto, o fato é que não é necessário ser especialista em degustação para apreciar um vinho. Basta estar disposto a conhecer novas sensações, sem preconceitos e sem amarras, desfrutando o que a bebida tem de melhor. E olha que vinho nem é tão caro assim: há bons rótulos nacionais e importados por menos de R$ 30.

 

Quer começar a descomplicar agora mesmo? Então preste atenção nas cinco dicas que preparamos para quem quer iniciar-se no mundo do vinho, mas não tem intimidade com a bebida. Depois da leitura, corra para o supermercado e tim-tim!

1 – Comece a beber – Para aprender a degustar qualquer coisa, precisamos ter experiências. E elas só ocorrem quando nos aventuramos e provamos. Juliano Maroso, da Enoteca Vinum, garante: quem não gosta de vinho é por que não experimentou o suficiente. O dia em que você encontrar a bebida da sua preferência, será capturada.

2 – Escolha a bebida certa – Pessoas sem o hábito de beber devem iniciar com vinhos ou espumantes demi-sec, ou seja, aqueles adocicados ou meio-doces. Entre os enófilos de plantão existe um certo preconceito com vinhos adocicados, como se fossem inferiores, mas isso tudo é bobagem, segundo Maroso. O importante é experimentar. E, como são mais palatáveis, agradáveis na boca, são os ideais para começar. Até uma pedrinha de gelo na taça do espumante ou um pouquinho de água no vinho servem para deixar a bebida mais suave e tolerável. Se alguém olhar você de cara feia por causa disso, não se importe.

3 – Submeta-se a novos sabores – Para começar, você encarou vinhos mais adocicados e até recorreu à mistura de gelo ou água, para suavizar. Com o tempo, no entanto, o seu paladar vai evoluindo. Não tenha medo de experimentar um vinho branco seco, um espumante brut e um vinho tinto jovem e frutado. Aventure-se com os espumantes brut (só encare os extra-brut e os nature depois de se acostumar com os brut). Depois, um vinho branco seco e um rosé, que são consumidos gelados. Quando estiver com o paladar mais exigente, não tenha medo dos tintos.

4 – Busque as uvas da sua preferência – Dependendo da uva, o sabor e o aroma de um vinho podem mudar radicalmente. Para quem está começando a beber, o ideal é que o vinho seja a base de uvas mais leves, aromáticas e com pouca complexidade. Para os espumantes, prefira os feitos com a uva moscatel, que são doces e muito frutados. Bebidas elaboradas pelo método Asti, que é uma maneira de fabricar espumantes com fermentação em garrafa, também costumam ser adocicadas e muito suaves. Se for aventurar-se num brut, prefira bebidas jovens para acompanhar algum petisco. Você também pode experimentar os vinhos licorosos, como o Vinho do Porto ou aqueles elaborados com uvas de colheita tardia. Para os brancos, escolha os jovens e sem passagem em carvalho, de preferência feitos com uvas como gewürztraminer, riesling ou sauvignon blanc. Tintos secos mais leves, como os pinot noir, gammay e merlot, também podem agradar aos paladares iniciantes.

5 – Beba moderadamente – Nunca ultrapasse o seu limite. Se você beber demais, vai ficar enjoada e passar mal. Além da ressaca, vai desenvolver uma antipatia inconsciente pelo vinho, o que será muito ruim para o seu aprendizado, pois a cada tentativa seu cérebro vai relembrá-la daquela experiência desastrosa.

Fonte: revistadonna.clicrbs.com.br