Restaurantes abertos nestas férias!


Confira os restaurantes que abrem e fecham neste fim de ano!

Dulce Restaurante: estará aberto nos dias 26, 27 e 31 de dezembro e 01, 02 e 03 de janeiro.

Restaurante Vô João: Não abrirá nas vésperas dos feriados. Mas nos dias 26 e 27 de dezembro e 02 e 03 de janeiro (sábado e domingo, respectivamente), abrirá normal.

Restaurante Sol e Lua: não abrirá nos dias 25 de dezembro e 01 de janeiro.

Matka Aurélia Restaurante: não abrirá nos feriados e atenderá normalmente aos domingos.

Restaurante Bosque Italiano II: fechado entre os dias 22 de dezembro a 13 de janeiro.

Restaurante Frutos da Terra: fechado entre os dias 20 de dezembro a 02 de janeiro.

Sítio Rio Pequeno: aberto até o dia 20 de dezembro e retorna em fevereiro.

Restaurante Panela de Barro: fechado entre os dias 23 de dezembro a 03 de janeiro.

Restaurante Casa Laureanti: fechado nos feriados, aberto aos domingos normalmente.

Rancho Bom: aberto até o dia 12 de dezembro, retorna no dia 24 de janeiro.

Foto: Divulgação.

O que fazer com o vinho que sobrou


Muitas vezes não conseguimos beber toda a garrafa de vinho. Aprenda receitas e soluções práticas para o que sobrou do vinho.

Há várias situações em que acabamos não consumindo uma garrafa de vinho inteira. No dia a dia, depois de um jantar, por exemplo, é comum que sobre um pouco de vinho, e às vezes nos pegamos com algumas garrafas com sobras na geladeira.

Uma vez aberto, o vinho entra em contato com o oxigênio, começando o processo de oxidação e, se não consumido rapidamente, perdem-se suas qualidades aromáticas e de sabor. O que primeiro pensamos em fazer é despejar tudo no ralo da pia.

Mas com um pouco de criatividade, esse líquido tão precioso para nós apreciadores, pode ter destinos muito mais interessantes. Vejamos alguns:

Temperar e cozinhar

Várias receitas pedem uma porção de vinho, seja para uma marinada, seja como parte de um molho.  Há o clássico “molho de redução de vinho”, que é ótimo com carnes ou legumes, e ainda, a deliciosa “calda de vinho”, para acompanhar sobremesas.

Vinagre caseiro

Ao contrário do que pensam alguns, um vinho não avinagra de um dia para o outro. Esse processo pode levar meses, pois só começa a acontecer quando o líquido entra em contato com a “bactéria acética”. Para darmos uma ajudinha, um pouco de vinagre misturado às sobras de vinho pode acelerar o processo.

Gelo de vinho

Muito útil quando você não sabe o que quer fazer com a sobra. Congelado ele se preserva por mais tempo, e pode ser usado em futuras receitas ou até mesmo em drinques. Basta preencher formas de gelo com o vinho e congelar.

Sangria

No calor do verão brasileiro, este refresco tão antigo pode ser um destino delicioso para aquele resto de vinho que você estava guardando.

 

Fonte: Sommelierwine.com.br | Foto: Divulgação.

Especialista dá dicas sobre como escolher um bom vinho neste Natal


O consumo de vinhos, atualmente, tem se tornado mais requintado, com uma preocupação crescente com a harmonização da bebida com os alimentos. Isso se dá pela grande influência que um pode exercer sobre o outro. Em outras palavras, a escolha correta do vinho pode realçar e potencializar os sabores e aromas de um prato. Por outro lado, um vinho inadequado pode transformar uma bela refeição em uma verdadeira tragédia.

Sabemos, que os vinhos são presença certa em ocasiões especiais, principalmente em reuniões de amigos e familiares. Sendo assim, não poderiam deixar de marcar presença na mesa natalina. Mas, como escolher o melhor vinho para harmonizar com as diversas iguarias servidas na ceia de Natal.

Aqui temos um breve guia que pode orientá-lo na escolha do tipo correto de vinho para os pratos mais tradicionais das festas de fim de ano:

Peru e Chester

Para acompanhar aves do grupo de carne macia e delicada, a sugestão são os tintos secos de médio corpo ou brancos bem encorpados. Para ocasiões mais festivas como o Natal, a recomendação é servir algo especial, como um Merlot Reserva, Cabernet Sauvignon ou um Bordeaux tinto. Se optar por um vinho branco, escolha um Chardonnay do Novo Mundo.

Bacalhau

O bacalhau cozido ou assado com azeite e batatas pede uma harmonização regional com um tinto seco frutado, com pouco tanino, como um Vinho Verde Tinto ou Dão.  Um opção mais arriscada seria um Carmenère Reserva.

Cordeiro

O cordeiro assado vem ganhando espaço na mesa do brasileiro, principalmente em ocasiões festivas. Seu acompanhamento clássico é um tinto seco, encorpado e maduro, como um Malbec argentino, Bordeaux ou Rioja Reserva espanhol.

Lombo ou Pernil suíno

A carne de porco assada é presença tradicional no Natal mineiro e pede a
presença de um vinho tinto seco, maduro e de bom corpo, como um Tempranillo espanhol, Carmenère, Douro português ou Shiraz do Novo Mundo.

Tender

Um dos mais tradicionais na mesa de Natal, o tender é um prato saboroso e defumado, geralmente acompanhado de um molho doce. Por isso, pede um tinto leve, como um Bourgogne, Shiraz do Novo Mundo,  Bardolino ou Chianti italianos.

Panetone

Tanto para os bolos com frutas cristalizadas e uvas-passas quanto para aqueles com gotas de chocolate, a melhor opção são os vinhos delicados e levemente doces, como os espumantes Moscatel ou Asti.

Frutas Secas

Também de consumo obrigatória nas festas de fim de ano, as frutas secas como uvas passas, damascos ou castanhas são muito nutritivas. E ficam ainda mais deliciosas quando combinadas ao término do jantar com um espumante Moscatel ou Demi-sec, ou ainda com um Porto Tawny.

Fonte: Lavras24horas.com.br | Foto: Divulgação.

Caminho do Vinho no Insta!


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Cafés coloniais abertos neste final de ano!


Deu vontade de ir a um café colonial? Venha para o Caminho do Vinho!

Confira que dias eles estarão abertos neste final de ano:

Dulce Café Colonial: estará aberto nos dias 26, 27 e 31 de dezembro e 01, 02 e 03 de janeiro.

Vanille Café Colonial: abrirá nos sábados, 26 e 02, normalmente, às 14h. Não abrirá nos feriados.

Casarão Café Colonial: funciona aos finais de semana até dia 20 de dezembro e fecha para recesso, retornando dia 16 de janeiro.

Casa Bela Café Colonial: fechado entre os dias 20 de dezembro a 08 de janeiro.

 

 

Foto: Divulgação.

O vinho na geladeira


É fato que a geladeira não é o lugar ideal para se armazenar um vinho. Mas, na falta de um lugar melhor e, principalmente, quando se trata de uma região muito quente, ela pode ser sim um bom ambiente para alocar as garrafas.

Mas, como sempre, alguns cuidados são necessários para que as propriedades da bebida não sejam afetadas. Dá uma olhada!

No caso dos vinhos que ainda estão fechados e serão armazenados para consumo futuro, os cuidados a se tomar são:

– Uma vez gelados, os vinhos devem sair apenas para serem servidos. Não é aconselhável degelar se não for para o consumo.

– Mantê-los na posição horizontal (deitados).

– Prefira colocá-los próximos ao fundo da geladeira e na parte mais baixa, nunca na porta.

No caso de sobras de vinhos já abertos e para consumo rápido, a porta é o melhor lugar mesmo. Contudo, os exemplares devem ser consumidos o quanto antes.

Vale lembrar que a temperatura média de uma geladeira é 7°C. É importante saber disso para fazer o serviço correto dos vinhos.

 

Fonte: Sommelierwine.com.br | Foto: Divulgação.

A hora certa de abrir um vinho


Quando se trata de vinhos, não estamos falando de uma ciência exata. Muito pelo contrário. Nos referimos a um produto cujo prazo de validade é indeterminado. O que temos, hoje, é uma grande oferta de rótulos com diferentes regiões de origem, variedades de uvas, safras e por aí vai.

Além das grandes mudanças mercadológicas, as produções ganharam tecnologia, a globalização invade nossa realidade e cada vez temos tudo muito mais rápido em mãos. E é aí que ganhamos um desafio interessante: descobrir o que cada garrafa tem para nos oferecer e ensinar, sem considerar como um obstáculo. Isso é, na realidade, fascinante e encantador.

Quando falamos em tempo de guarda, nos referimos a uma estimativa que tem uma série de fatores que influenciam neste período. Ao sugerir uma estimativa, nos baseamos na degustação do vinho, sua composição, a região de origem e a proposta do produtor.

É verdade também que a cor da garrafa, condições de transporte e armazenagem podem interferir na estimativa de guarda do vinho e o ideal é reduzir este tempo quando sabemos de interferências de temperatura ou exposição à luminosidade, por exemplo.

Seguem algumas dicas para nortear uma decisão de guardar ou não um vinho, mas lembrando que, regra não existe (o tempo é contado a partir da safra do rótulo):

Espumantes

Buscamos neste tipo de bebida, frescor e vivacidade. A grande maioria é feita para consumo imediato. Estoque seus espumantes por no máximo dois anos.

Brancos e Rosés

As garrafas translúcidas sofrem mais e, geralmente, brancos e rosés são armazenados nessas garrafas. Devido à maior suscetibilidade à oxidação, é importante não guardar esses vinhos por muito tempo, pois algumas características interessantes de aroma, sabor e frescor, podem se perder. Guarde por um período de 3 a 4 anos.

Tintos

A grande maioria dos vinhos produzidos atualmente são para serem consumidos sem longa guarda ou mesmo consumo imediato. Devido à presença maior de compostos antioxidantes, os tintos aguentam mais tempo que os brancos e rosés. Eles são um grupo mais complexo, pois temos desde um Beaujolais Noveau, para ser consumido extremamente jovem até um nebbiolo de expressão para se guardar por anos. De maneira geral, os tintos podem ser guardados por um período 3 a 10 anos. Um profissional pode auxiliá-lo em cada caso específico.

Fortificados / Licorosos / Doces

Porto, Jerez, Late Harvest, Madeira, Tokaji, Sauternes: esses vinhos possuem uma longevidade maior, uma vez que têm mais álcool ou mais açúcar que os anteriores, componente capaz de atuar como proteção, como explicado anteriormente. Neste caso, os vinhos podem durar entre 15 e 20 anos.

Contudo, se surgir a dúvida entre abrir ou não uma garrafa, diríamos: Abra! Assim você mesmo vai descobrir o momento ideal e definir o próprio gosto pessoal.

Fonte: Sommelierwine.com.br | Foto: Divulgação.

Dicas para harmonizar os vinhos no Réveillon


Recepção

Espumante. Eles são alegres, leves e transmitem muito frescor. Dependendo da sofisticação da festa, podemos ir desde um bom prosecco, até um grande champagne. Algumas pessoas preferem bebê-lo durante toda noite, portanto é necessário ter uma folga na quantidade da bebida.

 

Jantar

Uma opção de vinho tinto e outra, de branco.

Branco: pode ser um Sauvignon Blanc aromático, de boa acidez e intenso. Evite brancos muito pesados, com excesso de madeira como, por exemplo, os Chardonnays– que, se for o caso, devem ser muito bem selecionados. O vinho branco fará a transição do espumante servido inicialmente, combinando com muitas entradas, até pratos principais à base de peixes e carnes brancas.

Tinto: O momento é de descontração, por isso, convém escolher um vinho mais descontraído, capaz de adaptar-se a vários pratos e molhos, além de ser servido em quantidades maiores. Portanto, um Tempranillo jovem, um bom Chianti, um bom Barbera ou Côtes-du-Rhône cumprem bem o papel. Evite tintos do Novo Mundo (originários principalmente da Austrália, Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Chile e África do Sul), que costumam ser excessivamente pesados e amadeirados.

 

Sobremesas, frutas frescas e secas

Sobremesas, frutas frescas e secas podem ser acompanhadas por vinhos doces comoMoscatos mais leves e alguns Late Harvests. Para quem não abre mão de um vinho do Porto, prefira os de estilo Tawny, que podem ser refrescados e costumam ser mais leves.

Fonte: Papodehomem.com.br | Foto: Divulgação.

Bom domingo!


Ainda de férias? Então traga sua família e aproveite o dia aqui no Caminho do Vinho!

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