Descanso: a importância para a saúde


Todos os dias, nós realizamos uma grande quantidade de atividades, seja no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos. Ao acumular tantas tarefas, nosso corpo começa a sentir a sobrecarga e nossa saúde é afetada, ressaltando a importância do descanso.

Ainda que manter o corpo ativo seja bom para ter uma melhor qualidade de vida, é graças aos momentos de repouso que recarregamos as energias para enfrentar os desafios diários.

 

A teoria dos quatro corpos

Quando falamos em momentos de descanso, a primeira ideia que nos vem a mente é ter uma boa noite de sono – fundamental para a recomposição das células, para o crescimento muscular saudável e para a diminuição do estresse. Entretanto, pesquisas no campo da psicologia apontam para a existência de quatro corpos, cada um com suas especificidades:

1. Corpo físico: a estrutura básica do ser humano; é o maior beneficiado pelas boas noites de sono, por uma alimentação saudável e pela prática de exercícios físicos.

2. Corpo mental: responsável pelo raciocínio, pensamentos e resolução de problemas, este corpo costuma ser ignorado nos momentos de repouso; para um bom descanso, vale apostar na leitura de livros, ouvir podcasts e aprender algo novo.

3. Corpo emocional: esta parte está ligada aos seus sentimentos e relacionamentos com os outros; conversar com os amigos, ouvir suas músicas favoritas e fazer terapia são boas ações para manter este corpo descansado.

4. Corpo espiritual: vai além da religião, sendo composto pela sua essência e todas as suas crenças; aqui vale ter um momento de meditação, yoga ou escrita livre.

O segredo para o descanso de qualidade é buscar o equilíbrio entre os quatro corpos. Ou seja, se durante o seu dia você trabalha mais o seu corpo mental (no trabalho ou nos estudos, por exemplo), busque tirar alguns minutos do seu dia para realizar atividades ligadas aos outros corpos.

Ao notar sintomas de cansaço extremo, como a falta de concentração, irritabilidade constante e falta de apetite, procure um especialista para acompanhamento e tratamento. Lembre-se: a palavra-chave para manter a sua saúde em alta é a prevenção!

 

 

Fonte: https://accumed.com.br/

 

 

Almoço de domingo: a importância de reunir a família à mesa


A mesa: há queles que a veem como uma peça de decoração, que serve para uso doméstico. Para outros, um local de depósito para o que se traz do carro ou da rua, onde se empilham coisas.

Mas há algo maior no valor simbólico de estar a mesa. Quando uma pessoa utiliza a mesa para confraternizar através do alimento, desenvolve uma mente mais sadia, espírito mais evoluído, corpo mais forte e torna-se uma pessoa mais alegre. 

Pelo menos é o que prega Devi Titus, autora do livro “A Experiência da Mesa”. O objetivo do livro é levar o leitor a descobrir relacionamentos mais profundos e significativos, Devi defende que a mesa tem um impacto significativo sobre a alma. Ela trata os instantes à mesa são um tesouro que, aplicados na hora certa, podem resultar em novos níveis de satisfação nos relacionamentos.

 

A vida moderna, o excesso de compromissos, o tempo escasso e também a negligência têm sido os grandes responsáveis pela perda desse momento, que pode ser considerado sagrado. O ritmo acelerado da sociedade contemporânea ocasiona a perda de uma comunicação de qualidade e o enfraquecimento das relações interpessoais. Assim, a família, a comunidade e até a nação acabam sofrendo as consequências da desagregação.

Através do princípio da mesa, a autora, que é uma das mais reconhecidas conferencistas  da América do Norte, destaca que o simples fato de abandonar um hábito como o de sentar-se à mesa e compartilhar a refeição faz com que o indivíduo acabe por se esquecer de valores considerados fundamentais na vida familiar. “Não existe experiência de vida que substitua a conexão e o significado criados ao comermos juntos à mesa”, resume ela. O importante é a troca de afeto. E isso é o que constrói uma família.

Incrementar esse momento diante da mesa potencializa a comunicação entre os membros da família, pois quando todos têm a oportunidade de se posicionar face a face, a compreensão da escuta e da fala se iguala, promovendo comunhão e momentos inesquecíveis que, com certeza, irão trazer crescimento e serão lembrados para sempre.

Estudos realizados por universidades da Alemanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha afirmam que esse momento ajuda na organização social, na imposição de limites, no enriquecimento das relações interpessoais e do vocabulário.

A hora da refeição é considerada por psicoterapeutas, psicopedagogos e pediatras muito importante para a educação, não só alimentar, mas psicológico-existencial das crianças. A socióloga alemã Ângela Keppler conduziu uma pesquisa com 300 famílias alemãs, onde se demonstrou que famílias que optam pelo velho hábito de conversar durante as refeições, em vez de assistir à televisão, obtêm maior harmonia e fluidez em suas relações. A socióloga chegou à conclusão de que uma das melhores terapias familiares é a comunicação à mesa.

As comprovações científicas não param por aí. Estudos da Escola de Pedagogia de Harvard, nos Estados Unidos, revelam que quem compartilha regularmente as refeições com a família, além de comer melhor, tem maior bem-estar físico e emocional. No Centro Nacional de Dependência e Abuso de Drogas da Universidade de Columbia (EUA), foi descoberto que quanto mais refeições são feitas junto com os pais, mais os filhos se dão bem na escola e atrasam a iniciação sexual; além de ter menos probabilidade de beber, fumar, usar drogas, ficarem deprimidos, brigarem ou desenvolverem distúrbios alimentares.

Um levantamento realizado em 2007 com 20 mil alunos ingleses de 16 anos demonstrou
uma forte relação entre refeições regulares à noite com a família e o bom desempenho no exame escolar feito por todos os secundaristas da Grã-Bretanha. Ainda na Grã-Bretanha, segundo os dados da pesquisa, que foram recentemente publicados pelo departamento de “Crianças, Escolas e Famílias” do governo britânico, constatou-se que os melhores resultados estavam entre os filhos de famílias que se reuniam para jantar.

Outra pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, mostrou que a criança que se senta à mesa com os pais alimenta-se melhor em comparação aos coleguinhas que comem sozinhos. Ainda em outra análise, com 16 mil crianças de nove a 14 anos, as frutas e vegetais aparecem quase duas vezes mais no prato daquelas que fazem as refeições com a família ao redor da mesa. Devi Titus orienta: “sua mesa deve sempre ser vista como um lugar feliz, de interação, calor humano e aceitação.”

Para concluir, a autora faz uma convocação aos leitores: “Se quisermos preservar e proteger nosso lar, casamento e nossa família, é hora de arrumarmos a mesa!”.

 

Fonte: www.fasdapsicanalise.com.br

Saiba mais sobre o Turismo Rural


O que é Turismo Rural

No Brasil, o Ministério do Turismo define o Turismo Rural como o conjunto de “atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade”.

Por isso, esse tipo de turismo é muito abrangente, incluindo atividades que vão desde a oferta de hospedagens em hotéis-fazenda (hotéis-rurais) à passeios por trilhas na natureza, ou até mesmo a participação em processos de ordenha e colheita de frutas.

As atividades de turismo rural proporcionam uma maior conexão com a natureza e vivências com culturas distintas do meio urbano. Essa interação com a vida campesina torna o segmento também conhecido como Agroturismo.

Exemplos de Atividades do Turismo Rural

É importante esclarecer que as atividades consideradas como turismo rural podem também fazer parte de outras segmentações do setor, como o turismo gastronômico, enoturismo, ecoturismo, turismo de aventura, etc.

  • Hospedagens em meio rural (hotéis-fazenda, pousadas, campings, etc.);
  • Café colonial e refeições típicas com produtos frescos;
  • Sessões de degustação com produtos feitos na propriedade e arredores;
  • Oficinas de fabricação artesanal de queijos, geléias, etc.;
  • Colheita de frutas e outros alimentos;
  • Visitas à hortas, pomares e vinhedos;
  • Picnic no campo com produtos da região;
  • Passeios a cavalo, carroça, etc;
  • Alimentação e cuidados com animais;
  • Ordenha e outras atividades pecuárias;
  • Trilhas e caminhadas pela natureza;
  • Rafting, arvorismo e outros práticas de esporte de aventura;
  • Museu com itens históricos da propriedade e região;
  • Atividades pedagógicas para grupos escolares, etc;
  • Pescaria;
  • Oficinas profissionais sobre técnicas agrícolas (agrofloresta, permacultura, cultivo orgânico, etc.);
  • Almoços com o conceito “Da colheita à mesa” (em inglês Farm-to-table);
  • Eventos Gastronômicos no campo;
  • Festivais de Artes e Culturais, etc.

A lista não para por aí, só depende da criatividade e da estrutura física do local. O essencial é que a atividade valorize a Ruralidade e a Natureza.

 

Fonte: foodandroad.com/

A importância de comprar produtos locais


Você já se perguntou quantos quilomêtros os alimentos percorrem até chegar a nossa mesa? Por onde passam, quem os produz?

Consumir produtos da agricultura familiar é um hábito que influência de forma positiva não só a nossa saúde, mas também outros fatores como a economia, a cultura e as familiares que produzem. Veja os seis motivos que devemos ter em mente para consumir produtos locais:

1) Produtos mais frescos e saudáveis: 

Quanto mais rápido o alimento chegar até você, maior é a probabilidade de ele não ter perdido todos os nutrientes benéficos para a sua saúde. Alguns alimentos, mesmo que in natura, podem ter seus valores nutricionais alterados devido a condições precárias do transporte por longas distâncias.

2) Fortalece a economia da região:

Além de ajudar famílias e agricultores que moram em regiões, o consumo de produtos locais ajuda a aquecer a economia de pequenas comunidades. Você não só fortalece os negócios da sua região, mas também fortalece as relações com as pessoas que estão próximas de você. O dinheiro é feito aqui e fica aqui.

3) Menos lixo, desperdício e poluição:

Com menos tempo de transporte, o produto local utiliza menos embalagem, gerando um volume menor de lixo e desperdício. Reduzindo o transporte, reduz também as emissões de carbono na atmosfera.

4) Preservação dos espaços rurais:

Com o crescimento das cidades e das grandes indústrias, muitas pessoas se veem forçadas a se adaptar a uma cultura global. Com isso também se perde a cultura regional. Valorizar quem faz localmente ajuda a manter seus negócios, mantem sua cultura e evita que a cidade se torne uma cidade cinza.

5) Construção de uma comunidade:

Ao comprar um alimento em comércios pequenos você está criando uma conexão entre quem come e quem planta. Saber qual alimento vem com determinada época do ano é incrível. Indo a feira do produtor ou cooperativas, você passará a prestar atenção em quais alimentos são ofertados, além de conhecer vários outros que talvez nunca tenha visto.

6) Investimento no futuro:

Ao apoiar agricultores locais hoje, você está garantindo que eles continuarão a existir em sua comunidade amanhã. E isso também significa sempre ter oferta de comida boa e de qualidade perto da sua casa.

 

Fonte: alimentodeorigem.com.br

Encantos do Jardim


 

O espaço de flores e decorações fica ao lado do Casarão Café Colonial. Um caminho em madeira, com uma pérgula, flores e plantas liga os dois espaços. Adriana Novak, que é responsável pelo espaço, sempre gostou de plantas e flores, e resolveu fazer disso um empreendimento.

A única floricultura da região do Caminho do Vinho oferece vasos, terra, adubo, plantas, folhagens, flores e rosas, além de artesanatos, materiais para decoração rústica e enfeites para jardins. A Encantos do Jardim também faz jardins na casa do cliente.

Aberto aos sábados, domingos e feriados, das 13h as 20h

Telefone: (41) 99649-2191

Facebook: Encantos do Jardim

Aceita cartões de crédito

Os diferentes tipos de Tomate


O tomate é um fruto que surgiu na América do Sul, na região da Cordilheira dos Andes, e foi descoberto e levado para a Europa entre os séculos 15 e 16, no período das Grandes Navegações.

Desde então, se popularizou, principalmente depois que a Itália desmitificou a ideia de que era um fruto venenoso. No Brasil, há oito tipos de tomates entre os mais consumidos.

Além da origem das sementes, várias características determinam quais são os tipos ideais para molhos, saladas, espetinhos e até drinks! Conheça as diferenças entre eles.

Tomate Carmem 

Conhecido também como tomate Longa Vida, é o mais consumido no País, responsável por cerca de 75% da produção. Tem alta durabilidade graças aos genes da composição, mas esses mesmos genes também influenciam no sabor e no aspecto. É um tomate mais aguado e amarelado, ideal para salada, mas ruim para molhos, que tendem a ficar mais alaranjados e sem sabor.

Tomate Caqui ou Gaúcho

É um tipo que costuma ser graúdo, alguns chegam a pesar quase 500 g. Não é um tomate incrível para molhos, mas é excelente, por exemplo, para fazer vinagrete, já que não é muito adocicado, mas bem fresco.

Tomate Holandês

Costuma ser vendido em bandejas com os ramos juntando os frutos. É importante prestar atenção se o ramo está bem verde. Se estiver com um tom marrom não está bom para consumo. É um tomate mais adocicado e excelente para salada. Tem esse nome porque era importado da Holanda, mas hoje é plantado aqui. É mais caro por ser raro.

Tomate Débora 

Também é conhecido como tomate combate. É um curinga porque serve para fazer salada e molho. É menos ácido que o Carmem, mas tem mais sementes. Também é muito indicado para fazer tomate seco.

Tomate Italiano

As pessoas reconhecem mais facilmente porque tem um formato alongado. É o melhor tomate para fazer molhos porque tem menos sementes e é bem mais carnudo. Também é ideal para fazer o drink Bloody Mary, já que seu suco é menos aguado e o sabor, mais concentrado. A desvantagem é que dura pouco tempo e não é dos mais baratos.

Tomate Cereja 

É um minitomate com bastante líquido e sabor bem refrescante. É ideal para saladas e também para fazer canapés e espetinhos.

Sweet Grapes 

Tem o formato parecido com o de uma uva, por isso o nome. É o tomate italiano em versão mini e está na moda nos restaurantes vegetarianos ou que focam em saladas. É mais adocicado, carnudo e caro.

Dica importante! Nunca refrigere os tomates. Eles devem ser armazenados fora da geladeira e com o topo, onde fica o ramo, para baixo.

Fonte: gourmet.gruposinos.com.br

Spinassi Chocolate


 

A Spinassi Chocolate nasceu em Campos do Jordão, município na Serra da Mantiqueira, no Estado de São Paulo. Sendo considerada a “Suíça brasileira”, a cidade possui toda a sua arquitetura baseada nas construções europeias e se assemelha, inclusive, no clima, pois na maior parte do ano – mas principalmente no inverno, quando é visitada por inúmeros turistas – é bastante fria, sendo o município com maior altitude do Brasil.

Pensando em todo o potencial que a cidade proporciona no segmento do turismo e em como o chocolate combina perfeitamente com a cidade, a Spinassi inaugurou sua fábrica com produção artesanal, que atualmente possui uma equipe altamente qualificada para produzir os melhores produtos, além de mias quatro filiais na mesma cidade.

Em processo de expansão e com o objetivo de continuar no ramo do turismo, a Spinassi Chocolate tem agora sua sede no Caminho do Vinho, destino também muito procurado por turistas que buscam experiências diferentes no sul do país. Através de pesquisas e indicações, o empreendimento se instalou dentro do Fazenda Park Mergulhão.

Dentro da loja, os clientes se surpreendem com a grande diversidade de produtos. Além dos chocolates que, obviamente, são o carro-chefe da Spinassi, o local possui também a opção de degustação, itens exclusivos como pastas de trufas, geleias, pimentas, licores, cachaças e, um grande destaque, o vinho de morango. Para não deixar de fora os que possuem algum tipo de restrição alimentar, o local oferece chocolate diet, sem lactose e sem glúten.

No espaço, as crianças também podem se divertir nos balanços e até mesmo nos passeios a cavalo e os pets podem circular livremente.

O empreendimento está aberto de segunda a sexta, das 10h às 16h30 e aos sábados, domingos e feriados, das 09h às 18h e aceita pagamento no dinheiro, débito, crédito e pix.

Endereço: Rua Julio Cesar Setenareski, Caminho do Vinho, 3660 – Col. Mergulhão, São José dos Pinhais

Para maiores informações: (41) 3286-7097

 

5 vantagens do lazer em família


Ter momentos de lazer com a família é essencial para a melhora da felicidade, qualidade de vida e bem-estar. E existem muitas formas de fazer isso, seja com uma viagem, saídas no fim de semana ou até mesmo morar perto de lugares que propiciam mais lazer. Assim, é preciso buscar maneiras de facilitar esse tempo com as pessoas que mais amamos, não é mesmo? E colocar em prática essa mudança é mais simples do que parece. Pensando nisso, listamos 5 vantagens do lazer para a família!

1. Diminui os riscos de problemas de saúde e estresse

Com a rotina exaustiva das grandes cidades, o risco de problemas de saúde e estresse aumentam. Por isso, é essencial ter mais tempo de lazer para diminuir o estresse, evitar problemas de saúde e aumentar a sensação de felicidade.  Dessa forma, é importante ter alguns dias e horas para o lazer, seja fazer um pequeno passeio, caminhar, assistir um filme com a família.

2. Melhora o relacionamento com sua família

Os pais trabalham excessivamente, os filhos estudam e ficam em aparelhos eletrônicos, essa é uma rotina bem comum das famílias de hoje em dia. Com isso, há um distanciamento e falta de interação entre eles, sendo extremamente prejudicial a todos. Por isso, aumentar o tempo juntos, melhora o relacionamento, a felicidade e fortalecimento dos laços familiares.

3. Evita chances de depressão e problemas emocionais

A depressão já foi considerada o mal do século, além dela outros problemas emocionais crescem na população. E muito deles são causados pela falta de diversão, lazer e relaxamento, assim é muito importante ter esses momentos de alegria perto dos amigos e da família.

4. Maior visão de comunidade

A interação com outras pessoas é uma necessidade humana e, consequentemente,  isso oferece maior visão de comunidade e do nosso papel para a construção de uma sociedade mais respeitosa, amigável e unida.  E nada melhor do que uma viagem, conhecer novos lugares e estar mais perto de outras pessoas para proporcionar essa visão para crianças e adultos.

5. Ajuda no desenvolvimento dos filhos 

Os filhos, sejam eles crianças ou adolescentes, precisam de suporte e presença familiar para que seu desenvolvimento seja pleno e saudável. E essa base é construída junto com a família,  nos momentos momentos de descontração, união e lazer.

Fonte: acengenhariase.com.br

O restaurante – História


Definição e história

Um restaurante é uma organização que comercializa refeições. Geralmente, composto em uma estrutura física com mesas e cadeiras para acomodar os clientes, um balcão, uma cozinha, podendo ter outras áreas de serviço. A comida e bebida são servidas por garçons ou barman.

Essa definição refere-se à ideia de um restaurante clássico ou tradicional, após a valorização desse tipo de serviço no século XX como um espaço gastronômico, integrando cozinha, salão e o chefe de cozinha em suas especialidades culinárias típicas de cada país. A cozinha a partir do serviço de restaurantes é vista também como “escola”; formando a primeira geração da nouvelle cuisine, momento em que a comida é servida “empratada”, o que possibilitou ainda a criação de arranjos estéticos.

O termo restaurante vem do francês restaurant que significa restaurador. No século XVI, na alimentação, uma sopa era servida a pessoas doentes como uma maneira de restaurar sua saúde em pousadas ou a pessoas que paravam nas tabernas para repor as energias gastas durante as suas viagens, daí o nome de “comida restauradora”. Essa prática foi legalizada em 1786 para que os donos das pousadas e tabernas pudessem vender suas receitas de sopas.

O primeiro restaurante foi inaugurado em 1582, em Paris, em função da existência de uma correspondente taverna no “Quai de la Tournelle”, que teria sido frequentada pelo rei Henrique IV de França, o qual aí tomou conhecimento do uso do garfo. Atualmente ele se chama La Tour D’Argent.

O primeiro restaurante como é realmente conhecido atualmente (com clientes escolhendo porções individuais em um cardápio, aguardando em suas mesas, com horários fixos ou não) foi o “La Grand Taverne of London”, fundado em 1782 por Antoine Beauvilliers, na rua de Richelieu, em Paris, que permaneceu 20 anos sem concorrente.

O restaurante mais antigo do mundo, segundo Lopes (2007) é o Sobrino de Botín na cidade de Madrid, que funcionava desde 1725 como uma estalagem que recebia viajantes, mercadores e tropeiros.

O restaurante moderno tem sua origem na França com o chef Marie-Antoine Carême visto como o fundador da moderna culinária francesa por ter prosperado e se tornando conhecido como “o rei dos cozinheiros” após a Revolução Francesa, momento histórico que teve como consequência o aumento de aristocratas e famílias burguesas que contratavam os provincianos que chegavam à cidade para trabalharem em suas casas.

Em 1794, o primeiro restaurante dos Estados Unidos, o Jullien’s Restaurator foi inaugurado na cidade de Boston e essa ideia de negócios se proliferou rapidamente em outras cidades. No entanto, a maneira do servir o alimento “à francesa” (também denominado diplomata) foi modificada para o “Buffet americano” em que as próprias pessoas se servem a partir de uma mesa central onde são colocados os pratos, talheres, guardanapos e as travessas com as iguarias.

Posteriormente, cada novo empreendimento foi adquirindo outros modos de servir em outros países.

Atualmente, existem vários tipos de restaurantes na atualidade por causa do aumento acelerado do setor de turismo, hotelaria e lazer, Como exemplos: Churrascarias, Buffets, Lancherias, Sorveteria, Pubs, Casa de Sucos e Vitaminas, Restaurantes empresariais, etc.

Para estar em condições de receber o público, o restaurante deverá ter um espaço físico adequado e uma organização em setores, em que os principais são o bar (lugar do preparo de coquetéis e aperitivos), a copa ou cambuza (para efetuar o atendimento de couvert, bebidas, sobremesas, etc.), Cozinha, caixa (fechamento de contas dos clientes) e chapelaria (guarda volumes dos clientes)

Na organização, além da hierarquia funcional e do material utilizado, a preparação da sala (mise-en-place) e o serviço ao cliente são carregados de orientações para o sucesso de um restaurante.

A mise-en-place é uma expressão de origem francesa que significa arrumar, colocar em ordem ou “preparação prévia de alguma coisa”. Em um restaurante “é a preparação do salão nos mínimos detalhes, antes da chegada do cliente” […] desde a limpeza do piso, móveis, etc., até a colocação de toalhas, pratos, talheres, guardanapos, copos, etc., com as convenções pertinentes à categoria de determinado restaurante.

Acrescenta-se que “toda mise-en-place é feita justamente para agilizar os serviços no momento do atendimento da solicitação feita pelo cliente”.

Como existem expectativas dos clientes em um bom atendimento eles tendem a não voltar a um restaurante se não houver a satisfação de suas necessidades e desejos, sendo fiéis quando e enquanto confiam no serviço. A satisfação pode ser percebida por meio da relação entre o que o cliente recebeu ou percebeu e o que esperava ter ou ver. Se a percepção é maior do que a expectativa, o cliente fica muito mais satisfeito do que esperava. Mas se for menor, frustra-se e não registra positivamente a experiência.

Quando um cliente procura uma refeição, a cozinha do estabelecimento já deve estar preparada para servi-lo. Isso inclui um bom planejamento das rotinas de trabalho, que compreende desde a elaboração de cardápios, coordenação e treinamento de funcionários, acompanhamento dos custos e recebimento, acondicionamento e armazenamento dos insumos e orquestramento de um serviço harmonizado com o ambiente. Se essas rotinas de trabalho não estão previamente determinadas para atingir os objetivos do estabelecimento, a qualidade do serviço pode se comprometer e, consequentemente, gerar insatisfação e pressão no trabalho.

Profissionais do restaurante e suas funções

  • Maître

 

  • Maître executivo nos serviços de alimentação.
    Planejam rotinas de trabalho em restaurantes, hotéis, bares, cruzeiros e outros, treina funcionários em hospedagem, alimentação e coordenam equipes de trabalho. Atendem clientes em hotéis, restaurantes, avalia o desempenho de funcionários, a execução de serviços e relatórios de operação e de avaliação. Verificam manutenção de instalações, equipamentos e utensílios e preparam alimentos e bebidas.

 

  • Sommelier
    Profissional com conhecimento dos tipos, estilos, regiões produtoras, safras e serviço de vinho, tem como principais atribuições a de elaborar a carta de vinhos, controlar a adega, compras de vinhos e uma das principais, sugerir ao cliente a harmonização dos alimentos (pratos) com os vinhos (enogastronomia).

 

  • Garçom
    Atendente de buffet, atendente de mesa, garçom de bar. Atendem os clientes, recepcionando-os e servindo refeições e bebidas em restaurantes, bares, clubes, cantinas, hotéis, eventos e hospitais, montam e desmontam praças, carrinhos, mesas, balcões e bares, organizam, conferem e controlam materiais de trabalho, bebidas e alimentos, listas de espera, limpeza, higiene e a segurança do local de trabalho, preparam alimentos e bebidas, realizando também serviços de vinhos.

 

  • Cumim – Auxiliar de garçom

Fonte: siteantigo.portaleducacao.com.br