O especial doce de Abóbora

O especial doce de abóbora conquista os paladares mais exigentes e faz até aqueles mais disciplinados driblarem a dieta.

Doce de Abóbora 

As abóboras pertencem ao gênero Cucurbita (família Cucurbitaceae), que compreende várias espécies silvestres e domesticadas nativas das Américas. Cinco espécies de Cucurbita foram domesticadas há milhares de anos e compreendem as hortaliças conhecidas como abóboras, morangas, gilas, morangos e abóboras ornamentais: Cucurbita maxima, Cucurbita moschata, Cucurbita ficifolia, Cucurbita argyrosperma e Cucurbita pepo.

A abóbora é um fruto de origem americana com grande destaque na alimentação pré-colombiana.

A origem do doce é brasileira, porém 3 estados disputam sua autoria: Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Pode ser apresentada de 3 maneiras diferentes: Como compota, com coco ralado, cravo e canela; em cubinhos mergulhados em calda de especiarias; ou em cubinhos envoltos em açúcar cristal. O que sabemos é que o doce é uma delícia e apesar de ser típico das festas juninas é apreciado o ano inteiro.

Outro formato que também desperta paixões é aquele em formato de coração, que tem uma história bastante peculiar e interessante.

Em formato de coração

Contam os descendentes de Eslovacos e de saxões que um rapazinho ruivo e sardento, de pele muito branca, arranjara uma namoradinha. Sabendo que ela gostava muito das compotas da venda do português, o ruivo importado decidira pedir para sua mãe, uma holandesa encorpada e alta para preparar-lhe um doce de abóbora. A dona o fez, mas ficou pastoso e com cara de geleia. O ruivinho, rapagão esperto, inventou de dar susto no doce. Não deu outra: o doce ficou com susto e empedrou. Ele moldou corações, era presente para a namorada. E assim o ruivo presenteou sua pretendente com uma das iguarias mais conhecidas no recôncavo interiorano.

Fonte: www.seraquevaidarsamba.com.br e vambora.wordpress.com