Dançar faz bem para o corpo, mente e ajuda na superação de problemas

Atividade faz o corpo liberar serotonina e dopamina, os hormônios do prazer e da felicidade

Encontrar uma atividade física que dê prazer é um desafio. Algumas pessoas resolveram a questão quando entraram na dança. Dançar promove inúmeros benefícios ao corpo e à mente, proporcionando saúde e bem-estar para quem a pratica. Além disso, tem o poder de alterar positivamente a vida de quem entra no ritmo. Transforma tristeza em alegria, crise conjugal em paixão, excesso de energia em disciplina, dificuldade em superação.

A profissional de educação física e instrutora de dança Cristina de Medeiros Dellinghausen, 27 anos, afirma que o exercício melhora a agilidade, o humor, a autoestima, as questões metabólicas e hormonais, a flexibilidade, o condicionamento físico, aeróbico e a coordenação motora. Quem dança também garante ao corpo a liberação de hormônios do prazer, como serotonina e dopamina.
– A dança significa libertação, amor, e é um alimento para a alma. O que importa é ser feliz e se divertir – garante a professora.

A prática também aumenta a força corporal, pois obriga os músculos a resistirem ao peso do corpo e aumenta a resistência. Para quem busca emagrecer, uma boa notícia: bastam alguns minutos de exercício para a respiração e a frequência cardíaca aumentarem, fazendo da dança uma atividade de impacto metabólico, que auxilia na perda de peso. Dependendo da intensidade da atividade e do metabolismo de cada praticante, em média é possível gastar de 300 a 400 calorias por aula de 50 minutos.

Cristina afirma que não há limitações em relação à idade, sexo, altura e peso. Todos podem e devem dançar. O único cuidado é em relação a lesões articulares ou sintomas de dor, que devem ser tratados por profissionais. Conforme Cristina, quem nunca dançou e quer começar deve seguir a dica: errar faz parte e a melhora dos movimentos e da técnica vem com o tempo, com a prática, ou seja, é começar sem medo de ser feliz.

O professor de dança de salão Fernando Serpa, 30 anos, um dos criadores do Festival de Dança Baila Santa Maria, acredita que, ultimamente, as pessoas estão mais seguras e decididas em começar a dançar. Ele diz que o aumento na procura pela dança nos últimos anos é visível.

 

 

 

Fonte: diariosm.com.br