Cuidados com a alimentação no verão

Cuidados com a alimentação no verão. Fique de olho!

O verão é um período que inspira bastante cuidado, principalmente, em relação a hidratação. “A vantagem de nós brasileiros, que vivemos em um país tropical, temos a abundância de frutas, verduras e legumes, que são de grande versatilidade na aplicação culinária, podem e devem ser ingeridos frescos e, preferencialmente, sem acréscimo de molhos gordurosos”, afirma a professora de Nutrição da Universidade Cruzeiro do Sul, Ligia Baptista.

De acordo com a professora, esses grupos de alimentos (hortaliças e frutas) são de baixo valor calórico, aproximadamente 15 kcal e 70 kcal por porção, respectivamente. E são excelentes fontes de vitaminas, minerais, água e fibras, além de serem de fácil digestibilidade. O consumo regular favorece as atividades de trabalho, sono e lazer, além de contribuir para manter um equilíbrio ou até perda de peso corporal. “Abuse dos sucos de frutas, água de coco, chás gelados e até a mistura de ambos para garantir a hidratação, principalmente das crianças e idosos”, indica a professora.

Segundo Ligia, é necessário atentar para a forma de preparo dos alimentos. Evitar alimentos com excesso de sal, fritos, gordurosos, com molhos também gordurosos e que favoreçam a indigestão. “Em período de férias uma preocupação a mais é com o consumo de alimentos vendidos em barracas de praias, que apresentam limitações nos processos de higiene e armazenamento refrigerado dos gêneros alimentícios, e, portanto, propiciando infecções alimentares”.

Se o destino nesse verão for o exterior, onde normalmente oferece algumas refeições exóticas, a professora explica que o ideal é tentar conhecer o que há por trás das preparações, identificar possíveis ingredientes que sejam potencialmente alergênicos (aos indivíduos com predisposição) e evitar muitas novidades no mesmo dia, pois se houver algum problema será mais fácil realizar um diagnóstico. “Faça opção por preparações consideradas de culinária continental, o que significa a possibilidade de encontrar alimentos mais próximos da nossa realidade”.

Fonte: www.udf.edu.br